Enfrento o medo, a angústia, o desafio de manter-me feliz e apaixonada pela vida.
Enfrento o choro triste, as pedras do caminho, a correria do dia-a-dia, o trabalho, as paixões, o amor, a dor, o sofrer.
Enfrento os problemas, o drama da solução distante, do apego que sufoca, da vontade que aprisiona.
Enfrento a ansiedade enlouquecedora de ser eterna no coração das pessoas que me são queridas.
Enfrento a certeza que assusta e ao mesmo tempo consola de que tudo nesta vida tem começo e fim, sendo bem ou mal, sendo gosto ou desgosto.
Vivo, logo enfrento o desafio de morrer um pouquinho a cada dia.
Enfrento a vida, recebendo-a de braços abertos, com todo o poder da minha fé, a força dos meus desejos, com a firmeza dos meus pensamentos, a alegria dos meus encantos e a sensibilidade da minha alma.
Enfrento quase tudo, com a determinação ofegante de quem ainda não chegou ao seu destino, mas está aí... no Caminho... No fundo, é isto que importa!
Não enfrento saudade... Simplesmente não posso! Simplesmente não sei. Mas como é onda, sei que passa, sei que vem, sei que vai.
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