sexta-feira, 24 de julho de 2009

Homens Tipo Prime

Ahhh... a linhagem Prime!!!

Amigas... os homens tipo prime são o nosso sonho de degustação, consumo, vivência e experimentação.
Por esses homens temos o desejo visceral de dizermos: Eis-me aqui!!! Yes, I do!!!!

São homens que sabem viver, que possuem a coragem de valorizar o que tem valor sem a menor preocupação se isso será um instante ou uma eternidade.

Homens tipo prime sabem dizer a que vieram, e se lhes faltam palavras, sobejam as atitudes que só comprovam o que eles são: INCOMPARÁVEIS!

São fortes, sem deixar de serem ternos; devassos, sem deixar de lado o carinho acolhedor.

São descomplicados, bem humorados, interessantes e interessados.

Olham nos olhos... beijam por inteiro... fornecem provisão, colo, amizade, tesão...

Sabem falar... sabem calar... sabem doar... sabem receber...

Sim... eles também têm problemas... todos temos. A diferença é que os homens tipo Prime não vivem em função dos problemas. Eles vivem a vida um dia de cada vez... com responsabilidade e leveza... são pacíficos... são lindos!!!

Homens tipo Prime estão marcados para viver "um novo tempo, quebrando as algemas, cantando na praça fazendo pirraça" rsss

Eles sabem que para terem o que nunca tiveram, têm que fazer coisas que nunca fizeram.

Eles se conectam sem perder a essência do que são.

Deixo aqui a minha mais profunda admiração por esses homens que a todo instante nos ensinam a viver na "primeira classe" e a não nos contentarmos com menos que isso.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

A dura, mas bela missão de ser Fênix

Hoje não vou falar de técnicas, conceitos ou qualquer outro mecanismo que lhes garantam um pouquinho mais de qualidade em suas vidas, tão preciosas para mim.

Hoje, quero desabafar. Quero dividir com vocês a dura, mas belíssima missão de ser fênix. Pois é. Temos esta missão desde que nascemos, e é isto que todos aqueles que nos amam e admiram esperam de nós: Que ressurjamos das cinzas, dos erros, dos enganos, dos tropeços, das palavras duras, das traições, das vezes que negamos perdão, das desilusões, do amor perdido, das decisões impensadas que só nos conduziram ao arrependimento e à solidão. Fazem parte da vida, eu sei, mas como doem! Realmente nos reduzem a pó.

Não vou falar de crenças, pois respeito o que cada um traz dentro de si. Mas como cristã, não posso deixar de ter em Jesus o maior exemplo de ressurgimento, de reconstrução. Foi ao pó, ressuscitou e vive intensamente no coração daqueles que nEle crê, e olha, há mais de 2 mil anos...

Quando olho para trás e vejo todas as vezes que me senti esmagada e de como, com a ajuda de Deus e dos meus amados eu me recriei, percebo que toda dor fez de mim uma pessoa um “tantinho” melhor. Eu pude saborear o delicioso significado da palavra poder: a legítima capacidade de agir, de escolher. Escolher a transformação ao invés da mutilação, a comunhão ao invés do isolamento, o risco ao invés da frágil segurança, o perdão ao invés do ressentimento. Escolher o desprendimento, a liberdade para dar o próximo passo.

Ser fênix é isso. É o NÂO rasgado que podemos dar ao medo, que muitas vezes estagna nossas vidas e nos impede de receber as dádivas que Deus, com toda certeza, quer nos dar. Ser fênix é a não aceitação da mediocridade conquistada através da insegurança. Nós sabemos que podemos nos reerguer. Que podemos agir, que podemos escolher. Por isto não precisamos temer coisa alguma, especialmente se tivermos fé.

É claro que há caminhos sem volta. Mas por que voltar? Se saímos de onde estávamos é porque lá não era o nosso lugar. Havia uma trajetória a ser percorrida, dolorida ou não. O fato de não ter volta não significa que não se tenha outra direção a ser seguida. Sempre há. Basta fazer a conversão. A escolha nunca nos é negada, ela sempre existe, ainda que não da forma que gostaríamos.

Pois é, caríssimos. Tive vontade de compartilhar com vocês este meu momento. Momento de visceral ressurreição. Talvez possa parecer narcisismo, mas creiam, não é. É apenas uma forma de dizer para vocês que tudo vale a pena, de que nada está perdido desde que não nos apeguemos à miopia que o nosso ego nos traz.

Um super beijo, meio “emPOeirado”, mas totalmente carinhoso!

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Vôo Solo - A Aceitação do Destino

Até a data de hoje sonhava com um dueto.
Achava que minha vida seria uma espécie de dueto em Sol Maior.
Não será.
Nem em Sol, nem em Chuva (rsss)

Eu nasci para a carreira solo... porque não me curvo aos desajustes. Não me dobro a falta de sintonia ou de temperança.

Ou tenho a benção de amar e ser amada, ou nada feito. Não quero só o amor do outro. Não quero amar sozinha. Afinal, se estamos em carreira solo, temos a individualidade, e não acompanhamento de parceiros que no fundo não nos completa.

Por isso hoje decidi simplesmente aceitar. Aceitar que na vida uns nascem para amar, outros para serem amados, outros para ambos (um magnífico privilégio) e outros nem tanto.

Pronto. O primeiro passo eu já dei. A partir de hoje aceitei que minha carreira será um solo... um lindo solo... com direito a alguns acompanhamentos ao longo do caminho... meus queridos, cuja relação se baseia na mutualidade: familia, amigos, cães, livros, CDs, filmes, teatros, paisagens, lugares...

Minha existência será repleta das coisas que me fazem ser quem sou... não me preocuparei mais com o amor da minha vida. Eu já o encontrei. Eu sou o amor de minha vida, pois nasci, vivo e morrerei comigo (rsss).

Ninguém sabe me amar melhor que eu... então... um brinde a minha nova fase: Maritza For Ever.

Aceitei... agora é só caminhar.

terça-feira, 7 de julho de 2009

Desperdício

Hoje mudei minha forma de pensar... espero que isso mude o meu agir.

Não quero mais desperdiçar: gestos, palavras, delicadezas, carinho e o tão precisoso tempo... o tempo da minha vida, das batidas do meu coração.

Não quero desperdiçar minha inspiração, minha respiração, minha audição, minha saliva com quem não tem sede de vida.

Cansei... infelizmente o que constato é que o mundo não quer o seu melhor... Isso frustra... Afinal do que ele teria a reclamar?

As pessoas esperam o nosso pior, para alimentar a dor da alma (às vezes de cotovelo) que todos nós, infelizmente temos.
Sinto informá-los: Não dou ibope para a dor!!! Perdão se os decepciono. Aliás... perdão nada...

Não vou despesperdiçar o meu perdão e nem desperdissem o de vocês comigo.

Aviso aos navegantes: Não me disponibilizo mais. Não me desperdiço mais.
Se vocês não querem trocar, somar, multiplicar, agregar valor (aff!!!)... tô fora!!!
Chega... poxa vida... vida desperdiçada não tem volta e por isso me reservo o direito de me preservar... de dizer não ao desperdício de minhas virtudes.

Sabe... Clarice Lispector tinha razão:


" Tudo tem que ser bem de leve para
eu não me assustar e não assustar os
que amo.
Pedem-me pouco, pedem-me quase nada.
O terrível é que eu tenho muito para dar
e tenho que engolir esse muito e ainda
por cima dizer com delicadeza : obrigada
por receberem de mim um pouquinho de mim."

Enfim... Será assim...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Despedida

Não me lembro de viver sem teus passos juntos aos meus. Sem a certeza do seu carinho

Não me lembro de ter que viver sem contar com sua força e amor...

Quando nasci você já brindava o mundo com sua presença há 60 anos... sua sabedoria, sua meiguice, força e determinação.

Você nos presenteou com seu melhor sorriso, seus melhores amores, suas intensas dores... Minha querida... amada...

Como faço pra seguir sem a sua voz... sem suas mãos... sem você?

Sinto dores de parto...

Você se foi... mas nasceu em mim... AMO VOCÊ VÓ

domingo, 28 de junho de 2009

Deixa eu te dizer

Deixa eu te dizer uma coisa... não... não é pesado... não é fardo.

Deixa eu te dizer que você alegrou minha vida quando de repente passou a existir pra mim.

Deixa eu te dizer que, embora em fase de mutação e reconstrução, há espaço para sua arquitetura na minha vida.

Deixa eu te dizer agora, porque depois... depois eu posso me esquecer, envaidecer, ou pior, enlouquecer e não mais permitir que a verdade seja conhecida... sem medida.

Deixa eu te contar que com você voltei a me conhecer, que às vezes acordo de madrugada e consigo sentir-me íntima, mais próxima de mim, quando mais próxima estou do que desejo em você.

Deixa eu deixar claro que sem você ou apesar de você eu sou feliz. Mas com você... falta-me fôlego até pra explicar.

Deixa eu te dizer que amei te conhecer e que te desvendar tem sido um combustível aditivado.

Deixa eu te dizer que conheço suas chatices, esquisitices e medos. Mas para que você não fique desavisado, deixa eu te contar que também tenho "estranhezas" que me fazem singular... assim como você.

Deixa eu te dizer que você ainda não é o meu amor, mas ja é meu bem querer. Te quero... quero... quero sim...

sexta-feira, 12 de junho de 2009

As 4 Estações na Vida de Uma Mulher - Outono

“O outono é sempre igual, as folhas caem no quintal”
Sandy/Álvaro Socci

É uma fase de introspecção, de auto-conhecimento. Uma consultoria interna para descobrir o que se quer e o que não se quer. No outono nos libertamos daquilo que nos faz mal e que não pode mais se sustentar e por isto deve cair... como as folhas secas. Nem sempre é uma fase fácil... mas é vital
Mulheres, não evitem o outono... é nele que conseguimos espaço para que as coisas boas preencham a nossa vida

Desejos de outono
“Oh, meu amado, minha luz... descansa a sua mão cansada sobre a minha, sobre a minha mão”

Desejamos ter com quem contar porque sabemos que pedaços de nós mesmas talvez irão embora... talvez não
Desejamos não perder quem amamos de vista, pois isto nos aquece, conforta e fortalece....


Encontros de outono

Uma boa conversa na varanda
Ver o sol se por
Sentar do lado e ficar caladinho
Ver o sol nascer
Ouvir o coração
Beijar as mãos
Tocar violão

Desencontros de outono

Introspecção sim, isolamento jamais!
Não precisamos de isolamento quando estamos no outono. Não caiam na tentação de nos deixar sós. Para vocês, homens, a solidão é importante nestes momentos de outono, mas para nós isto é a morte, o fim, o atestado de óbito.
Plagiando a célebre frase de Fernando Collor

MINHA GENTE! NÂO NOS DEIXEM SÓS!!!!!!!!!!!

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Verbos - Escolhas da Minha Vida - Perdoar

Perdoar é a melhor maneira de permanecer.

Perdoar é essencialmente um ato de amor. Não ao outro, mas a si mesmo.

Despir-se da roupagem de vítima. Desapegar-se do rancor. Distanciar-se da mágoa. Livrar-se da culpa

Impregnar-se de amor, de bem querer, de bem pensar, de bem viver
Suavizar as lembranças, resgatar a força, preservar a alegria.

Dizer sim à construção, dizer não ao abandono
Transformar situações, encontrar o riso

Libertar-se do julgo do orgulho ferido que enganosamente chamamos de amor próprio.

Uníssono da Razão e do Coração

Materialização do poder da escolha que legitima a unidade, a melhor parte.
Bem inebriante que torna a vida mais leve.

Perdoar é escolher o melhor: O melhor ficar... O melhor partir

Perdoar é garantir a durabilidade de qualquer relação, mas principalmente das que valem a pena. É o resgate do amor ainda em tempo.

Mas perdoar não dá vida ao que já não existe mais. Ele apenas absolve os corações e os liberta de culpas e punições.

Faz permanecer a lembrança e libera a presença

Perdoar é, enfim, refinar-se em grande estilo.

Verbos - Escolhas da Minha Vida - Seduzir

Está difícil escrever ...
Vivi tão poucas vezes isso... mesmo quando era mais jovem e mais livre não era fácil para mim. Achava que a única sedução era a que envolvia os sentidos, e esta, o amor. Faltava alguma coisa. Sempre achava que esses encantos eram reservados para o meu verdadeiro bem querer. Estava sempre esperando por “ele”, e para ele, seduzir seria algo mais ou menos assim:

Luz... nossos olhos
Odor... nosso suor
Paladar... nossa saliva
Som ... nosso coração
Toque ... corpo a corpo

O seu ar em mim... a minha verdade em você

Descortinar o véu da intimidade, dos desejos, do ventre

A expressão lírica do corpo

Entre suas mãos, a seu dispor

Seu frescor, minha energia

Inspirar você, expirar prazer

Você e eu... eu e você... nós... e uma vez mais... e cada vez mais

Seu cheiro em minhas narinas, minha imagem em sua retina

Sensação ofegante de contentamento desmedido, ávido pelo deslizar das mãos, o tocar dos lábios, o entrelaçar dos corpos a união das almas

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Homens Tipo Ciranda Cirandinha

Homens Ciranda Cirandinha

Amigas fiquem atentas!!!!


Pesquisas recentes identificaram um novo tipo da espécie Homo Sapiens gênero Macho xô xô ... Sim, porque desta tipagem devemos dar um Xô... Páaassssaaa daqui.
A classificação Ciranda Cirandinha tem este nome devido a canção infantil secular de mesma denominação. Esta canção, a primeira vista tão inofensiva, descreve exatamente o comportamento débil dos homens desta tipagem “tipo assim... dããã”.

Dando um zoom parte a parte desta canção, mostrarei como os homens Ciranda Cirandinha se comportam, o que nos dão, como nos tornamos bombas relógio nas mãos de um e finalmente, da análise derradeira, como nos livrar deles.

Zoom – Início

“Ciranda Cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar...

Pergunta chave para entender toda a descoberta científica comportamental: Quem dá meia volta e depois uma volta e meia sai do lugar? Sai até que sai... mas volta para o mesmo lugar de onde saiu.

Pois é,amigas, este é o comportamento típico de um homem Ciranda Cirandinha. No quesito Evolução a nota é Zero... ficam sempre no mesmo ponto... cirandando... “ao derredor procurando quem possa tragar” (Isso é bíblico).

Por este comportamento “cirândico”, eles são quase sempre alegres, leves, suaves, pessoas de um magnetismo preciso, com as quais gostamos de passar o tempo. É, amigas, o tempo passa e a relação (se é que se pode chamar isso de relação) está no mesmo ponto no qual começou. Apenas algumas cirandadas a mais e com elas algo há se colocar na memória... e depois ter que formatar o cérebro pra esquecer...

Zoom – Meio


“O anel que tu me deste era vidro e se quebrou...”


Vidro é algo lindo... alguns, às vezes, até parece cristal, para os menos atentos. Mas é frágil... muito frágil...

É isso que os Homens Cirândicos nos dão... algo tão frágil que facilmente se trinca, se quebra. Não há consistência, apenas beleza, que todas nós sabemos ser efêmera. E beleza, traz vaidade e com ela uma pequena elevação na auto-estima. Qual mulher não gosta disto?

Mas existe um outro aspecto na “vidragem” oferecida que, essa sim, detona nossa bomba interna e faz com que não somente o vidro se quebre, mas também parte da nossa alma: A falsa transparência.
Através do vidro vemos o outro lado, pena que não vemos o que está dentro dele. O vidro é mágico e oferece um recurso de se auto “enturvescer” quando olhado muito de perto e fixamente.

A verdade nunca é dita e o que mais me espanta é que a mentira também não. Fica sempre o dito pelo não dito. Verdade e mentira se misturam, coexistem, e essa coexistência depende única e exclusivamente da nossa interpretação. E por este motivo nunca podemos cobrar nada... nada... afinal, eles não disseram nada para que coisa alguma pudesse ser usada no tribunal.

Entre uma ciranda e outra... momentos.

As promessas são criadas no universo da nossa receptividade. Recebemos as cirandadas com tanto romantismo e às vezes com uma falsa ingenuidade cuja única missão é nos cegar para o óbvio na intenção de nos permitir viver uma alegria ainda que extremamente instantânea.
Daí, abrimos espaço para diálogos do tipo:

Cirândico: Não entendo porque você está assim... eu nunca escondi que tinha uma namorada.
Alvo: PQP. Ele tinha, mas tem quase sete meses que nos vemos e ele nunca mais falou dela... Não havia rastro... E a atenção dada a mim? Como eu iria adivinhar? Tá ... tudo bem que nos finais de semana ele sumia... mas aparecia logo na segunda trazendo doce de leite e tudo...
Cirândico: E estamos morando juntos...
Alvo: Neste momento vem à sua memória todas as vezes que teve que deixá-lo na porta do prédio e ele não te chamou para subir... Então era issooooo. Uma estranha no ninho...
O melhor a fazer é desmaiar... resetar a máquina... ah... e desmaie com o telefone do hospital na mão, afinal pode ser infarto...


Cirândico: - Achei que você fosse madura e estivesse querendo apenas diversão, sem essa história de envolvimento.
Alvo: E quem disse que eu penso como o Titãs: Diversão é Solução pra Mim... Além do mais eu disse que queria algo verdadeiro... que não queria mais nada que não fosse sincero... Poxa, você sabia...

E por aí vai...

Zoom – Fim

“O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...”

Nem preciso dizer que aqui a questão não era quantidade e sim existência. Não era pouco, era inexistente. Nada mais a declarar.

Para se livrar da tipagem Cirândica e reverter o quadro cancerígeno “metástico”, além do maior amor do mundo - o próprio – doses cavalares e diárias de convivência com Homens Tipo Prime e Mulheres de Verdade. Esse é o novelo de lã q ue nos faz lembrar o caminho de volta pra casa.