Amigas fiquem atentas!!!!
Pesquisas recentes identificaram um novo tipo da espécie Homo Sapiens gênero Macho xô xô ... Sim, porque desta tipagem devemos dar um Xô... Páaassssaaa daqui.
A classificação Ciranda Cirandinha tem este nome devido a canção infantil secular de mesma denominação. Esta canção, a primeira vista tão inofensiva, descreve exatamente o comportamento débil dos homens desta tipagem “tipo assim... dããã”.
Dando um zoom parte a parte desta canção, mostrarei como os homens Ciranda Cirandinha se comportam, o que nos dão, como nos tornamos bombas relógio nas mãos de um e finalmente, da análise derradeira, como nos livrar deles.
Zoom – Início
“Ciranda Cirandinha vamos todos cirandar, vamos dar a meia volta, volta e meia vamos dar...
”
Pergunta chave para entender toda a descoberta científica comportamental: Quem dá meia volta e depois uma volta e meia sai do lugar? Sai até que sai... mas volta para o mesmo lugar de onde saiu.
Pois é,amigas, este é o comportamento típico de um homem Ciranda Cirandinha. No quesito Evolução a nota é Zero... ficam sempre no mesmo ponto... cirandando... “ao derredor procurando quem possa tragar” (Isso é bíblico).
Por este comportamento “cirândico”, eles são quase sempre alegres, leves, suaves, pessoas de um magnetismo preciso, com as quais gostamos de passar o tempo. É, amigas, o tempo passa e a relação (se é que se pode chamar isso de relação) está no mesmo ponto no qual começou. Apenas algumas cirandadas a mais e com elas algo há se colocar na memória... e depois ter que formatar o cérebro pra esquecer...
Zoom – Meio
“O anel que tu me deste era vidro e se quebrou...”
Vidro é algo lindo... alguns, às vezes, até parece cristal, para os menos atentos. Mas é frágil... muito frágil...
É isso que os Homens Cirândicos nos dão... algo tão frágil que facilmente se trinca, se quebra. Não há consistência, apenas beleza, que todas nós sabemos ser efêmera. E beleza, traz vaidade e com ela uma pequena elevação na auto-estima. Qual mulher não gosta disto?
Mas existe um outro aspecto na “vidragem” oferecida que, essa sim, detona nossa bomba interna e faz com que não somente o vidro se quebre, mas também parte da nossa alma: A falsa transparência.
Através do vidro vemos o outro lado, pena que não vemos o que está dentro dele. O vidro é mágico e oferece um recurso de se auto “enturvescer” quando olhado muito de perto e fixamente.
A verdade nunca é dita e o que mais me espanta é que a mentira também não. Fica sempre o dito pelo não dito. Verdade e mentira se misturam, coexistem, e essa coexistência depende única e exclusivamente da nossa interpretação. E por este motivo nunca podemos cobrar nada... nada... afinal, eles não disseram nada para que coisa alguma pudesse ser usada no tribunal.
Entre uma ciranda e outra... momentos.
As promessas são criadas no universo da nossa receptividade. Recebemos as cirandadas com tanto romantismo e às vezes com uma falsa ingenuidade cuja única missão é nos cegar para o óbvio na intenção de nos permitir viver uma alegria ainda que extremamente instantânea.
Daí, abrimos espaço para diálogos do tipo:
Cirândico: Não entendo porque você está assim... eu nunca escondi que tinha uma namorada.
Alvo: PQP. Ele tinha, mas tem quase sete meses que nos vemos e ele nunca mais falou dela... Não havia rastro... E a atenção dada a mim? Como eu iria adivinhar? Tá ... tudo bem que nos finais de semana ele sumia... mas aparecia logo na segunda trazendo doce de leite e tudo...
Cirândico: E estamos morando juntos...
Alvo: Neste momento vem à sua memória todas as vezes que teve que deixá-lo na porta do prédio e ele não te chamou para subir... Então era issooooo. Uma estranha no ninho...
O melhor a fazer é desmaiar... resetar a máquina... ah... e desmaie com o telefone do hospital na mão, afinal pode ser infarto...
Cirândico: - Achei que você fosse madura e estivesse querendo apenas diversão, sem essa história de envolvimento.
Alvo: E quem disse que eu penso como o Titãs: Diversão é Solução pra Mim... Além do mais eu disse que queria algo verdadeiro... que não queria mais nada que não fosse sincero... Poxa, você sabia...
E por aí vai...
Zoom – Fim
“O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou...”
Nem preciso dizer que aqui a questão não era quantidade e sim existência. Não era pouco, era inexistente. Nada mais a declarar.
Para se livrar da tipagem Cirândica e reverter o quadro cancerígeno “metástico”, além do maior amor do mundo - o próprio – doses cavalares e diárias de convivência com Homens Tipo Prime e Mulheres de Verdade. Esse é o novelo de lã q ue nos faz lembrar o caminho de volta pra casa.