domingo, 28 de junho de 2009

Deixa eu te dizer

Deixa eu te dizer uma coisa... não... não é pesado... não é fardo.

Deixa eu te dizer que você alegrou minha vida quando de repente passou a existir pra mim.

Deixa eu te dizer que, embora em fase de mutação e reconstrução, há espaço para sua arquitetura na minha vida.

Deixa eu te dizer agora, porque depois... depois eu posso me esquecer, envaidecer, ou pior, enlouquecer e não mais permitir que a verdade seja conhecida... sem medida.

Deixa eu te contar que com você voltei a me conhecer, que às vezes acordo de madrugada e consigo sentir-me íntima, mais próxima de mim, quando mais próxima estou do que desejo em você.

Deixa eu deixar claro que sem você ou apesar de você eu sou feliz. Mas com você... falta-me fôlego até pra explicar.

Deixa eu te dizer que amei te conhecer e que te desvendar tem sido um combustível aditivado.

Deixa eu te dizer que conheço suas chatices, esquisitices e medos. Mas para que você não fique desavisado, deixa eu te contar que também tenho "estranhezas" que me fazem singular... assim como você.

Deixa eu te dizer que você ainda não é o meu amor, mas ja é meu bem querer. Te quero... quero... quero sim...

3 comentários:

Mauro disse...

A noite chega mansa como chegam suas palavras.
são rasgos na noite, como estrelas feitas de letras.
Transborda tuas idéias em sua página escura, derrama tua luz.
faz tua mágica novamente. e cria mais uma vez as estrelas de letras neste céu escuro.
Teu rosto lindo é lua que ilumina o meu oceano.
Sou um pobre navegante a deriva na noite
usando este astros em teu firmamento como bússolas.
e o vento , emoções a inflar minhas velas.

Maritza Maura de Carvalho disse...

Lirismo... puro lirismo...

Mauro disse...

"Por muito tempo achei que a ausência é falta.
E lastimava, ignorante, a falta.
Hoje não a lastimo.
Não há falta na ausência.
A ausência é um estar em mim.
E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços,
que rio e danço e invento exclamações alegres,
porque a ausência, essa ausência assimilada,
ninguém a rouba mais de mim. "
Drummong